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Sempre que tenho que preencher aquele campo “quem sou” eu uso a frase do nome desse filme. Não só porque me sinto sob várias influências diárias, mas porque essa obra do Cassavetes me impressionou demais. Me deixou pensando durante dias. Em tudo, em todos.

A personagem principal é a Mabel, que tem problemas psicológicos e é depressiva. O marido a ama tanto, que tenta de todas as formas fazer com que a vida deles pareça normal. Mas o que eu vi é que o problema da Mabel é ter uma mente livre, sem amarras, com muito amor, com muita sensibilidade. É o sétimo filme do Cassavetes, lançado em 1974, ganhou o Globo de Ouro pela Gena Howlands.

E a atuação, ai..? Os atores trabalham sob uma diração livre para improviso, as câmeras são super inovadoras pra época (pelo que percebi). Têm um plano na direção dos olhos, não sei explicar. Não entendo bem dessas técnicas de planos… rsrs

O fato é que vale tanto tanto a pena ver esse filme. Dá vontade de sair gritando, livre livre.

Cli-cli-cli-clica na imagem e veja uma das minhas cenas preferidas.

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