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Um sonho retro futurista
Quando eu pensava em Brasilia, imaginava um grande bloco de concreto sobre o cerrado. Me enganei em parte. Brasilia tem áreas verdes, parques, lagos e, principalmente, vista do horizonte. Essa é a melhor parte. Ao contrário do Rio de Janeiro, Brasilia possibilita que o horizonte seja visto. Não há prédios bloqueando a visão do ponto em que o céu encontra o solo. Isso foi um highlight pra mim.

Fui para um fim de semana curto e produtivo, para participar de sessões de fotos previamente programadas. Nao participei da pesquisa de locação e meu trabalho nessa foi só modelling e styling. Até por isso a maioria das fotos neste post na sao minhas e sim do fotógrafo Jo Bentdal, que me “usou” como modelo dessa nova série de fotos que mostra muito da nossa arquitetura modernista – a maioria de autoria do Niemeyer, Reidy e sempre com dedo do Lucio Costa – o maior urbanista do Brasil.

É dele o Plano Piloto de construção de Brasilia. Esse plano foi baseado num relatório feito em 1894 por uma comissão de exploração do Planalto Central, que pretendia pesquisar a viabilidade da troca da capital do Brasil para o centro do país – que já estava prevista na Constituição.

A vegetação foi respeitada no plano de construção do Distrito Federal e lá vários tipos de espécies sao tombadas pelo Património Ecológico. Realmente o verde faz parte de Brasilia e é como u complemento à todo o concreto instalado por lá.

A visitação aos prédios oficiais é outro highlight. O serviço é excelente, há diversos programas, visitas guiadas, gente treinada e bem solícita. É um passeio que eu acredito que todo brasileiro deveria fazer. Eu fiquei emocionada diante da grandeza e da organização de lá É um Brasil que a gente nunca vê.

A maioria dos prédios são projectos do Niemeyer com participação de outros artistas como Burle Max e Athos Bulcão. Eles são bem ligados aos painéis do Bulcao, em toda esquina tem. É um lugar lindo.

As obras de arte e o mbiliário dos prédios é algo que me fez morrer do coração. Que me conhece sabe como sou fã do design de móveis brasileiro nos anos 60 e 70. Gente, Sérgio Rodrigues e Zanini lá são tipo Casas Bahia. ahahhahaa

Sem entrar muito em questões políticas, os deputados almoçam todo dia em mesas e cadeiras Saarinen e não fazem disso pelo menos inspiração para um bom trabalho. Claro que essa minha afirmação trata a questão da política de forma leve, mas eu realmente nao fui pra Brasilia pra fazer nenhuma passeata.

De qualquer forma eu indico demais o passeio pra quem gosta de arquitetura. A construção de Brasilia foi um marco mundial. Na época, não existia e até hoje não existe nada igual. Aquilo pôs o Brasil numa condição de auto afirmação de uma potência emergente e de um gigante mundial como somos hoje. E isso você vê mais quando está de fora.

Essas são algumas das fotos que o Jo Bentdal fez lá somente para pesquisa de locação para as outras fotos. E eu aproveitei as imagens aqui. Takk, Jo.

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