How to slay Carnival?

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Sobre liberdade e meu look de carnaval

Sobre liberdade e meu look de carnaval

Se não for pra brilhar eu nem saio. Mas esse ano quase que eu não saio mesmo. Mas saí né mores? E saí bem. Vem entender.

 

Esse ano foi um carnaval diferente. Aliás, está sendo, porque quarta de cinzas para os apaixonados da folia não é o fim ainda. Eu estava no Rio, como no ano passado. Era muito convite, muita opção de festa, bloco, baile, uma loucura. Era muita opção e pouco tempo pra pensar. Vontade não faltava, faltava era oportunidade e até liberdade.

Logo nessa época em que todo mundo está livre, folga no trabalho, criatividade em alta, alegria na potência máxima. Mas pra mim foi seria um carnaval diferente, em que eu já tinha me conformado de promover os esquentas em casa para os amigos, ajudar na fantasia deles, criar um “headpiece” pro meu marido e comprar o ingresso dele pra um baile e deixá-lo ir na companhia dos meus amigos. Eu ficaria em casa ajudando a galera a se arrumar e cuidando do meu bebê (que já é o baby mais fervido que você respeita).

Mas aí né mores o fogo foi acendendo mais e mais, eu me joguei no Saara pra comprar material pro Barracão da Gisella S.A. e quando eu vi já tava com tudo certo pra ir ao meu único baile de todo o carnaval carioca. Minha irmã babona cuidaria do meu príncipe pra gente aproveitar um dia de folia. eeeeeeee

Mas aí o dilema: o que vestir? Não daria tempo de produzir nada em casa. Aí eu tive a sorte de ser salva pela mais nova e mais linda marca que temos por aí. Você já conhece a Dercy? Ah! Tem que conhecer. Os designs deles são lindos, chiques, as fotos super classudas e diferentes. É uma marca que se destaca.

“Uma marca de roupas e acessórios para você causar nas produções carnavalescas. Debochada que só ela, Dercy é sobre um carnaval sem vergonha e sem pudores. É sobre o glamour das plumas, dos paetês e dos brocados.Por um carnaval livre, independente e cheio de malícia, nenhuma lantejoula será em vão.

Em um mundo de belas e recatadas, seja Dercy!” Aproveita e segue @sejadercy

E nesse carnaval eu fui Dercy graças à gentileza delas em me mandarem uma peça quando eles já tinham esgotado quase tudo. Tiveram o  trabalho de cortar um kimono que combinasse com o meu maiô e ainda enviaram no Sedex 10 mais rápido da história. Meu kimono Dercy foi usado também fora do carnaval, com jeans e camiseta. Está comigo aqui em Oslo e já vou até usar hoje de novo.

Eu fiquei feliz em ter a possibilidade de me vestir como eu queria. Isso é liberdade. E também de poder aproveitar uma festa de carnaval mesmo tendo um bebê de seis meses.

Eu confesso que não me dou muito bem com fantasias pré determinadas. Tipo, ser uma mulher maravilha ou a Amy Winehouse. O que eu faço pra criar minhas peças, nesse caso foi a cabeça que eu fiz com muita cola quente e coisinhas do Saara, é ter um tema em mente. Floresta, comida, fênix… deixo a imaginaçõ solta e vou trazendo pra minha realidade. Eu gosto muito de estar me maiô para dar um tchibum se precisar, então um kimono brilhosão foi o ideal pra mim.

Eu curto carnaval chique, gosto de estar bem arrumada, maquiada… acho que a Dercy é uma marca que combina muito comigo nesse sentido e também na irreverrência e deboche do bem.

E você, como foi seu carnaval? Me conta.

Vem me amar

Instagram: @gisellafrancisca

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Meu look:

Kimono da Dercy

Maiô antigo da Lenny

Meia arrastão do Caçula no Saara

Tênia Insta Pump Rebook

Cabeça que eu fiz usando flores e folha que eu fiz com muita cola quente e paciência

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A praticidade de uma lace wig (e meu vestido novo)

A praticidade de uma lace wig (e meu vestido novo)

Cabelo é auto estima, é posicionamento, é beleza. E, mais do que isso, é quem você é. Isso vem de mim, uma mulher totalmente apaixonada pelo seu cabelo e que descobriu recentemente o poder da mudança de visual.

Desde que descobri que tava grávida (o que foi um bafão, veja aqui) eu comecei a querer uma super mudança. De ficar platinada, ter o cabelo rosa pastel a ter um cabelo longo. O mais difícil foi ter meu cabelo longo hahahhaa.

Até mores, eu descobrir a Tress Cabelos. Eu entrei em contato com eles porque precisava ter meu cabelo mais parecido como era antes pra um trabalho. Acabou que pro trabalho não rolou mas eu fiquei super apaixonada pela possibilidade deter meu cabelo longo assim tão facilmente.

Minha experiênca foi positiva. Eu nunca tinha usado uma peruca antes e achei bem fácil de colocar. É uma peça versátil, dá pra fazer penteador e se o cacho por ventura perder definição é só usar um baby liss. Cara, eu vi muita vantagem. A Tress tem diversas opções e dá pra gente assumir vários visuais sem se comprometer com uma mudança definitiva.

Claro que esse é um ponto de vista estético para o uso da peruca. Mas sabemos bem que uma peça assim é também usada em questões de doenças e diversos outros pontos. Em todo caso é bom ter opções como a Tress. O serviço é maravilhoso, entrega rápida, pagamento facilitado e bom produto.

Estou já pensando na minha próxima.

O modelo que estou usando na foto é o Tais, com mechas mel. Cara, uma lindeza só.

Agora e a estampa desse vestido da Zizzi? Estou apaixonada… izem que gorda não pode usar estampa né? AHAHAHAHAHA MIL VEZES pra essa e qualquer outra regra que me limite.

Não tem regra pra peruca, pra roupa, pra nada. A regra é fazer  que você tem vontade tá?

 

 

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I love this tunic dress. The outfit just totally matched my first trial of wearing a lace wig. It is a way of getting a new hair so fast :-)

Diversidade no NYFW: o que a indústria precisa

Diversidade no NYFW: o que a indústria precisa

As tendências apresentadas nas passarelas não se estendem apenas à moda, mas a comprtamento, política e sociedade também. Por isso, marcas que estão à frente da curva e promovem diversidade, inclusão e imagem corporal positiva tem um papel tão importante para a sociedade. Elas guiam as tendências, e, consequentemente o mercado – e na outra ponta, o consumidor final – ao futuro de aceitação, equalidade e inclusão.

O que mais vemos por aí é marca usando o zeitgeist virtual do “body positive” em suas campanhas e desfiles. Mas a gente bem sabe que o buraco é mais embaixo e precisamos muito mais do que camisetas e desfiles com modelos plus size na mesma passarela que as modelos regulares. Se eles estão fazendo o trabalho e casa e mantendo a coisa além do casting diversificado, isso só vamos ver com o tempo. Mas faz bem pra todo mundo que a passarela mostre mais gebte real, que gere identificacão e representatividade pra você e pra mim.

 

Prabal Gurung apresentou um show bem politizado com o mote #femininitywithabite. Ele teve duas modelos plus size, a Candice Rufine e a Marquita Pring, que aliás foram as duas plus size mais requisitadas dessa temporada.

 

Christian Siriano virou sinônimo de inclusão na passarela. Seus shows são realmente inclusivos, com modelos de etinias diversas, tamanhos, coisa linda de se ver. Aliás as criações dele heim, vou te contar…

 

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*via Refinery29

Hands down my favorite looks from this @csiriano show 💕

A photo posted by • Amanda Apparel • (@amandaapparel) on

All the glamour on our #Fall2017 runway captured by @bradwalsh front row. #fashionweek #cfdanyfw #peoplearepeople

A video posted by Christian Siriano (@csiriano) on

 

A marca Tome tbm deu show de inclusão. No casting, Joja Called, Marquita e Candice. Olha quanta lindeza:

 

 

Se a mudança chgou pra ficar, ainda não podemos afirmar. Mas temos visto uma grande onda de conscientização em relação ao papel da moda na construção de uma sociedade mais igualitária e inclusiva de minorias, os gordas, os mais velhas, os negras. O futuro é colorido e de diversas formas. Espero que a moda reflita a revolução.

 

 

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